PARTE IV – E A JAZMIM?
Nas ruas da
cidade existem também animais de grande porte, como cavalos, que necessitam de
cuidados. Ainda se criam galinhas, patos e angolas soltos na urbe, já vi até
coelho.
Quando se
abraça uma causa é que se nota que é maior do que pensamos. Notícias correm de
ainda termos caçadores e fabricantes de armas artesanais. Uma afronta a tempos
da modernidade ecológica.
Bem, a
Jazmim, como a cidade é pequena, acabou sendo flagrada debilitada pela Carminha,
no seu caminho do trabalho, assim então resolveu ajudá-la. Quando ela passava
era um sacudir intenso de rabo e alguns tremores. Chamou um veterinário local
para avaliá-la e o mesmo confirmou, apenas na observação clínica, ser cinomose,
a mais terrível das doenças que assolam os cães. Disse que a solução seria
sacrificá-la por um custo de setenta reais. Carminha não se convenceu do
diagnóstico, pois a cadela é bem alegre e, apesar das dificuldades motoras,
ainda se alimenta bem. Relatou-me o ocorrido e chamei o Dr Thiago, da “Shopping
Cães”, em Catalão, e o mesmo me alertou que poderia ser cinomose, mas que a
cadela resistira e ficara com as sequelas. Também falou de um kit instantâneo
que poderia ser utilizado para confirmar a cinomose.
Tal visita com o kit
ficaram em oitenta reais onde comprou-se a ausência da terrível doença, mas que
haveria de tomar uma medicação de nome citoneurim ao custo de sessenta reais
mês para amenizar os sintomas – Medicamento adquirido. Todos tem um direito ao sol.


Nenhum comentário:
Postar um comentário