Sábado, dia 6 de abril, às 17h00, tivemos
mais uma reunião pró-fundação de uma associação de proteção aos animais de
Goiandira. Os que lá compareceram, embora em número pequeno, foi suficiente
para compor a diretoria para dar andamento em registro da mesma e estatuto.
Muitas ideias e disposição ainda parecem pouco pelo tanto a fazer. Nossas ruas
e nosso lixo estão habitados por criaturinhas abandonadas, esquálidas, doentes
e famintas. Haveremos de fazer campanhas na APANAGIO, Associação de Proteção
aos Animais de Goiandira, em escolas, rádio e junto a motoristas, supostamente
velozes, para dar uma vida digna a estes amiguinhos que pedem pouco por sua
fidelidade e amizade infinita. No dia 13 próximo mais uma reunião aonde a
papelada vai ficando mais definitiva. Só se pode contar uma ajuda mais eficaz
da Prefeitura ou outros órgãos de governo quando o CNPJ estiver ativo. Além do
amor que habita nos integrantes desta associação ainda há de se ter empenho de
dinheiro e trabalho dobrado. Há de se construir um abrigo nas proximidades do
Lixão devidamente cercado. Como sede provisória está cedida a minha residência,
ou seja, a residência do Secretário. Existe uma lei munícipe que trata sobre os
animais de rua, mas que certamente está ultrapassada. Também existe um Termo de
Ajuste de Conduta emanado pelo Ministério Público próximo do vencimento que
precisa de uma dedicação mais profícua. Vamos lá, Goiandira. Precisamos ser
exemplo e a cidadania não vira lata.
terça-feira, 9 de abril de 2013
domingo, 17 de março de 2013
Pra Cachorrada de Goiandira
Ah! Só pra dog?
Estou muito satisfeito.
Participei ontem de uma reunião, sob a batuta de Roberta Araújo, a respeito da
criação de uma Associação de Proteção aos Animais de Goiandira. Às vezes a
gente acha que tem uma luta isolada e que até iremos desanimar, mas por outro
lado existem forças divinas consoladoras plenamente em ação.
Compareceram cerca de dez
pessoas, como sempre, quando uma coisa grandiosa e de nível, a maioria será
sempre as mulheres, mas tantos outros mandaram justificativas com menção de
apoio irrestrito.
Roberta é detentora de
algumas ações adiantadas e conta com uma prévia de estatuto. Nas duas próximas
reuniões deverá se oficializar a instituição. Reuniões estas abertas que sempre
ocorrerão aos sábados, por enquanto não todos os sábados, às 17h00, nas
proximidades de sua residência, até nova deliberação de local.
Foram discutidas ações
benfazejas para conscientização da população, principalmente os jovens sobre a
importância dos animais e que os mesmos tem vida, sentimentos e dores como nós.
Para tanto utilizaremos todos os meios educativos, inclusive via nossa rádio
comunitária.
A administração municipal de
Goiandira também já se posicionou a respeito da participação da contrapartida
social, mas que, para efetivá-la precisa de registro no CNPJ, o que se fará com
pernas ligeiras. A vida tem preferência.
A Roberta tem um acervo fotográfico
de porte considerável sobre o acompanhamento dos animais instalados no LIXÃO. A
causa, além de necessária, faz se urgente.
Fica levantado o desafio
para que todos palpitem a respeito do nome da Associação Protetora dos Animais
de Goiandira. Existe APROAMA em Araguari, ASPAC em Catalão e tantas outras como
PROANIMA.
Eu sugiro, por exemplo, o
título desta matéria escrito doutra maneira: ASSOPRADOG – Associação Protetora
dos Animais Domésticos de Goiandira.
Vamos: Suja. hehehe
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
É isso aí, bicho - ferrou-se!
PARTE V – MAIS AÇÕES
Jazmim, nome dado por causa do
veterinário que a queria sacrificar, entrou para a casa de Alice a fim de
tentar retornar ao mundo das Maravilhas que certamente nunca terá tido.
Paulo, filho abnegado de Carminha,
combinou comigo para que fôssemos dar um banho com veneno na Jazmim com a
finalidade de eliminar uma infestação de carrapatos.
Adquiri Biotox para usar na água do
banho com o tempo de meia hora molhada com o mesmo. Também, após o banho, seria
colocado uma pepeta na nuca.
Houve necessidade também de uma
extração manual, pois havia carrapatos gigantescos parecendo de quadrúpede. Coitada,
havia passado por pneumonia, cinomose e uma infestação sem precedentes, os
carrapatos pareciam milhares. Painhas e cotovelos de Jazmim foram atacadas
também por bicho-de-pé e haviam buracos enormes com presença de bicheiras.
Talvez, o tremor diganosticado como neurológico pode ser ferroadas intensas dos
bichos.
Adquirimos anti-inflamatórios e
adentramos com o uso de mata-bicheira, o terrível de doloroso Lepecid, mas fará
Jazmim levantar e andar. Graças.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
A vida pode ter preço?
PARTE IV – E A JAZMIM?
Nas ruas da
cidade existem também animais de grande porte, como cavalos, que necessitam de
cuidados. Ainda se criam galinhas, patos e angolas soltos na urbe, já vi até
coelho.
Quando se
abraça uma causa é que se nota que é maior do que pensamos. Notícias correm de
ainda termos caçadores e fabricantes de armas artesanais. Uma afronta a tempos
da modernidade ecológica.
Bem, a
Jazmim, como a cidade é pequena, acabou sendo flagrada debilitada pela Carminha,
no seu caminho do trabalho, assim então resolveu ajudá-la. Quando ela passava
era um sacudir intenso de rabo e alguns tremores. Chamou um veterinário local
para avaliá-la e o mesmo confirmou, apenas na observação clínica, ser cinomose,
a mais terrível das doenças que assolam os cães. Disse que a solução seria
sacrificá-la por um custo de setenta reais. Carminha não se convenceu do
diagnóstico, pois a cadela é bem alegre e, apesar das dificuldades motoras,
ainda se alimenta bem. Relatou-me o ocorrido e chamei o Dr Thiago, da “Shopping
Cães”, em Catalão, e o mesmo me alertou que poderia ser cinomose, mas que a
cadela resistira e ficara com as sequelas. Também falou de um kit instantâneo
que poderia ser utilizado para confirmar a cinomose.
Tal visita com o kit
ficaram em oitenta reais onde comprou-se a ausência da terrível doença, mas que
haveria de tomar uma medicação de nome citoneurim ao custo de sessenta reais
mês para amenizar os sintomas – Medicamento adquirido. Todos tem um direito ao sol.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Amigo não pode receber a migalha
PARTE III – ASSO & CIA CÃO
No templo
que eu frequento existem algumas poucas pessoas que também nutrem amor pelos
animais e que, sondaram-me para que fizéssemos uma associação de proteção aos
animais de Goiandira, mas, apesar de interessante, é uma tarefa árdua,
principalmente onde os veterinários são voltados para a exploração animal como
alimento ou produtor de riquezas. Não temos nenhuma loja tipo “PET SHOP”,
apesar de, neste momento estar se firmando algumas fundações neste sentido.
Temos muitos
animais de ruas e, com certeza, vitimadas por várias doenças transmitidas pelo
lixo mal acondicionado e esgotos a céu aberto.
Muitos
moradores anda soltam o animal durante o dia e guarda-o, à noite, para vigiar a
casa.
Maus tratos
também devem ser a tônica em várias casas. Sem dizer que é uma cidade de população
idosa e que muitos vão tratar da saúde e os animais ficam com terceiros com a
obrigação de por água e comida quando o mais importante é a companhia. O cão é um eterno companheiro.
Quando o
animal morre é comum colocá-lo em saco de linhagem ou caixa de papelão e atirar
no primeiro lote baldio. O certo seria incinerar para não ser foco de males
diversos.
Existem
pessoas que também trazem seus cães da roça e abandonam na cidade. Alguém do
poder público, inclusive, discorreu sobre haver uma associação de proteção de
animais na cidade iria atrair ainda mais animais de cidades circunvizinhas. É
verdade isto, pois quando assim que correu a notícia que eu socorria cãezinhos
abandonados, para me facilitar o trabalho os abandonadores passaram a deixá-los
na porta de minha casa. Se caso alguém acuda o crime continua ou o pecado também,
como preferir.
Alguma
atitude precisa ser tomada, definitivamente ninguém merece, nem os cães...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
JAZMIM - Alegria em filme
PARTE II – TRABALHO À VISTA
A primeira vez que vi a cadela Jazmim
foi à porta da minha sogra e vizinha. Jaszmim, portadora de “cacoete” nervoso
causado, certamente, por um distúrbio neurológico, deixou-me muito preocupado,
pois tinha conhecimento pouco da doença cinomose e supunha que a permanência
dela por ali poderia afetar animais saudáveis.
Descobri,
após dar-lhe água e alguma ração, que era acompanhante de dona Alice, uma
senhora que viera passar roupas na minha sogra. Ao ser procurada por mim, Alice
disse, tirando o corpo fora, que a cadela pertencia à sua vizinha e que, devido
ter a alimentado, Jazmim passou a segui-la. Fiquei desnorteado, pois tanto
Alice quanto a vizinha, conhecida por Ilda Furacão, não tinham condições
financeiras de arcar com qualquer tratamento veterinário da pobrezinha.
Finda a
tarde, Alice foi embora e a cadela Jazmim também, mas ficou habitando os meus
pensamentos...
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